Feudo Minado
Um campo minado infinito. Quando você fecha a volta de um bloco, aquele miolo vira terra, e nela cresce uma vila sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
jogos e experiências criadas bit a bit
Um campo minado infinito. Quando você fecha a volta de um bloco, aquele miolo vira terra, e nela cresce uma vila sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
O mesmo Feudo, com o mesmo save, de pé em cima da mesa em realidade aumentada. Joga no celular, continua no óculos.
Um jogo sobre fazer café, e só isso, explorado até o fundo: moer, despejar, provar e anotar num caderno. Muda toda semana.
E no papel: A Fundação, uma vila que começa com uma pessoa só e cresce até virar lugar.
Pingue gotas de tinta até acertar a cor do fundo. Cada cor é uma nota, então acertar soa como música.
O Drops é da MadOwl, a empresa que tenho com o Carlos, e foi um dos primeiros jogos que a gente fez pensando em lançar. Por isso ele mora aqui, mas não é só da bitmad.
Os CD-ROMs eram do meu avô; as tardes eram minhas. Eu tinha por volta de sete anos e já passava horas trocando os discos, pulando de demo em demo, por clássicos como Age of Empires, Tomb Raider, Grim Fandango, Claw, Urban Assault e Time Commando. Bem na melhor parte, a demo acabava e mandava comprar a versão completa. Eu voltava para o começo e jogava tudo de novo.
Mais de duas décadas depois, o caminho deu suas voltas. A eletrônica, onde escrevi meu primeiro código programando microcontroladores. A faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, onde aprendi muito mais sobre a vida do que sobre programar. Um curso de Jogos Digitais, onde aprendi que programar é a parte fácil de fazer um jogo. Mais de dez anos trabalhando profissionalmente com desenvolvimento de software, com várias edições da Global Game Jam no meio do caminho. E a paixão por jogos digitais continua a mesma daquelas tardes.
No fundo, ainda sou aquele moleque na frente do computador do meu avô, tentando tirar o máximo de uma demo de vinte minutos. A diferença é que agora, quando a demo acaba, eu mesmo faço a continuação.
Alisson Krul
Irmãos, os dois de rabo peludão, e os dois somem quando chega visita falando alto.
Gosto de esconder pequenos pedaços da minha vida nos jogos, e nos da bitmad você sempre vai achar os dois em algum lugar. No Feudo, eles dormem na tela de título; no Coado, no canto do caderno. Esta página também esconde um segredo.
Quer conversar sobre jogo, café ou gato? Achou um bug, um segredo ou os dois? Escreve para o meu e-mail. Eu respondo, mesmo que demore um cochilo do Barco.
Você achou a sala secreta. No Adventure, do Atari 2600, o Warren Robinett escondeu o próprio nome numa sala que só se abria com um pontinho cinza; foi um dos primeiros segredos da história dos videogames, e o Jogador Nº 1 inteiro é uma caça a coisas assim.
Aqui as chaves são três, como no livro: cobre, jade e cristal. E o três é o número da casa: o bloco da marca tem 3×3 bits, cada jogo se mostra em 3 telas, e o gato enche a barriga com 3 petiscos.
criado na bitmad, com o Ovo e o Barco