Feudo Minado
Um campo minado infinito. Quando você fecha a volta de um bloco, aquele miolo vira terra, e nela cresce uma vila sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
jogos feitos em casa, pixel por pixel
Um campo minado infinito. Quando você fecha a volta de um bloco, aquele miolo vira terra, e nela cresce uma vila sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
O mesmo Feudo, com o mesmo save, de pé em cima da mesa em realidade aumentada. Joga no celular, continua no óculos.
Um jogo sobre fazer café, e só isso, explorado até o fundo: moer, despejar, provar e anotar num caderno. Muda toda semana.
E no papel: A Fundação, uma vila que começa com uma pessoa só e cresce até virar lugar.
Oi, eu sou o Alisson. Sou apaixonado por jogo digital desde pequeno. Lá por 2000, eu passava as tardes testando os CD-ROMs do meu avô: Age of Empires, Grim Fandango, Tomb Raider, Claw, Urban Assault, um jogo de avião que eu adorava e outro em que você voltava no tempo pegando as armas de cada era. Quase tudo era demo; os jogos mais legais quase nunca vinham completos, e eu jogava assim mesmo.
Quase fiz faculdade de Jogos Digitais, mas a vida me levou para Análise de Sistemas, e hoje trabalho com desenvolvimento há mais de dez anos. O jogo nunca saiu de perto: faz mais de dez anos que participo da Global Game Jam. No caminho passei por Unity, Construct, JavaScript, Ruby, C# e afins.
O nome vem da MadOwl, a empresa que tenho com meu sócio, o Carlos. Cada um abriu também a sua empresa pessoal para trabalhar: ele a Nomad, eu a BitMad. O primeiro jogo que lancei de verdade foi com ele, o Drops. A gente perdeu a conta oficial da loja e o jogo sumiu junto; agora ele voltou, refeito do zero, nessa nova leva.
Gosto de jogo que tem um conceito no centro e vai até o fim nele. O Coado é sobre fazer café. O Feudo nasceu de uma pergunta: num campo minado infinito, o miolo que você já resolveu fica sem motivo para existir; e se alguma coisa nascesse ali quando você fecha a volta?
Ultimamente tenho criado com a ajuda de IA, mas as ideias e as escolhas são feitas etapa por etapa por mim, pela minha família e pelos amigos. As primeiras versões quase sempre vão para o Carlos ou para a Vânia; minha irmã joga tudo e sempre volta com opinião; e os amigos vão jogando, dando palpite e ajudando os jogos a crescer.
Irmãos, os dois de rabo peludão, e os dois somem quando chega visita falando alto.
Gosto de esconder pequenos pedaços da minha vida nos jogos, e nos da bitmad você sempre vai achar os dois em algum lugar. No Feudo, eles dormem na tela de título; no Coado, no canto do caderno. Esta página também esconde um segredo.
Quer conversar sobre jogo, café ou gato? Achou um bug, um segredo ou os dois? Escreve para o meu e-mail. Eu respondo, mesmo que demore um cochilo do Barco.
Você achou a sala secreta. No Adventure, do Atari 2600, o Warren Robinett escondeu o próprio nome numa sala que só se abria com um pontinho cinza; foi um dos primeiros segredos da história dos videogames, e o Jogador Nº 1 inteiro é uma caça a coisas assim.
Aqui as chaves são três, como no livro: cobre, jade e cristal. E o três é o número da casa: o bloco da marca tem 3×3 bits, cada jogo se mostra em 3 telas, e o gato enche a barriga com 3 petiscos.
criado por Alisson, com o Ovo e o Barco