jogos feitos em casa, pixel por pixel

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os jogos

Feudo Minado: a tela de abertura, com o nome do jogo Feudo Minado: o campo minado no começo da partida Feudo Minado: o campo com uma vila crescendo do lado

Feudo Minado

Um campo minado infinito. Quando você fecha a volta de um bloco, aquele miolo vira terra, e nela cresce uma vila sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.

Feudo na Mesa: o tabuleiro de dia, como uma maquete, com arco-íris atrás Feudo na Mesa: a noite do Festival das Lanternas Feudo na Mesa: o campo minado de perto, com a vila de papel em pé atrás

Feudo na Mesa Quest 3

O mesmo Feudo, com o mesmo save, de pé em cima da mesa em realidade aumentada. Joga no celular, continua no óculos.

Coado: a bancada no caderno Coado: o café sendo passado, de perto Coado: o moedor manual e a receita na margem

Coado protótipo

Um jogo sobre fazer café, e só isso, explorado até o fundo: moer, despejar, provar e anotar num caderno. Muda toda semana.

E no papel: A Fundação, uma vila que começa com uma pessoa só e cresce até virar lugar.

Drops: a tela de abertura, com o nome do jogo Drops: uma fase, com o copo enchendo de tinta Drops: fim de fase com uma cor nova no álbum

e na MadOwl

Drops MadOwl

Pingue gotas de tinta até acertar a cor do fundo. Cada cor é uma nota, então acertar soa como música.

O Drops é da MadOwl, a empresa que tenho com o Carlos: foi o primeiro jogo que a gente lançou junto. Por isso ele mora aqui, mas não é só da bitmad.

quem faz

Oi, eu sou o Alisson. Sou apaixonado por jogo digital desde pequeno. Lá por 2000, eu passava as tardes testando os CD-ROMs do meu avô: Age of Empires, Grim Fandango, Tomb Raider, Claw, Urban Assault, um jogo de avião que eu adorava e outro em que você voltava no tempo pegando as armas de cada era. Quase tudo era demo; os jogos mais legais quase nunca vinham completos, e eu jogava assim mesmo.

Quase fiz faculdade de Jogos Digitais, mas a vida me levou para Análise de Sistemas, e hoje trabalho com desenvolvimento há mais de dez anos. O jogo nunca saiu de perto: faz mais de dez anos que participo da Global Game Jam. No caminho passei por Unity, Construct, JavaScript, Ruby, C# e afins.

O nome vem da MadOwl, a empresa que tenho com meu sócio, o Carlos. Cada um abriu também a sua empresa pessoal para trabalhar: ele a Nomad, eu a BitMad. O primeiro jogo que lancei de verdade foi com ele, o Drops. A gente perdeu a conta oficial da loja e o jogo sumiu junto; agora ele voltou, refeito do zero, nessa nova leva.

Gosto de jogo que tem um conceito no centro e vai até o fim nele. O Coado é sobre fazer café. O Feudo nasceu de uma pergunta: num campo minado infinito, o miolo que você já resolveu fica sem motivo para existir; e se alguma coisa nascesse ali quando você fecha a volta?

Ultimamente tenho criado com a ajuda de IA, mas as ideias e as escolhas são feitas etapa por etapa por mim, pela minha família e pelos amigos. As primeiras versões quase sempre vão para o Carlos ou para a Vânia; minha irmã joga tudo e sempre volta com opinião; e os amigos vão jogando, dando palpite e ajudando os jogos a crescer.

os gatos

Irmãos, os dois de rabo peludão, e os dois somem quando chega visita falando alto.

Ovo

jeito
um bebezão: o maior dos dois e o mais medroso
poder
ronronar alto feito um compressor
fraqueza
colo (em cinco segundos ele já quer descer)

Barco

jeito
o fujão: rede, bambu e rolinho antigato não seguraram
poder
tocar a campainha para pedir petisco
fraqueza
colo: ali ele derrete inteiro

Gosto de esconder pequenos pedaços da minha vida nos jogos, e nos da bitmad você sempre vai achar os dois em algum lugar. No Feudo, eles dormem na tela de título; no Coado, no canto do caderno. Esta página também esconde um segredo.

do que eu gosto

manda uma coruja

Quer conversar sobre jogo, café ou gato? Achou um bug, um segredo ou os dois? Escreve para o meu e-mail. Eu respondo, mesmo que demore um cochilo do Barco.