Feudo Minado
Campo minado num feudo vivo: cada bloco resolvido vira terra, e a vila cresce sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
jogos feitos em casa, pixel por pixel
Campo minado num feudo vivo: cada bloco resolvido vira terra, e a vila cresce sozinha, com moradores, bichos, estações e histórias.
Pingue gotas de tinta até acertar a cor do fundo. Cada cor é uma nota, então acertar soa como música.
Café passado num caderno: moer, despejar, provar e anotar. Um guia de café que dá para jogar, e que muda toda semana.
E no papel: A Fundação, uma vila que começa com uma pessoa só e cresce até virar lugar.
Oi, eu sou o Alisson. Sou apaixonado por jogo digital desde pequeno, lá por 2000, quando passava as tardes trocando CD-ROM no Windows 98. Quase fiz faculdade de Jogos Digitais; a vida me levou para Análise de Sistemas, e hoje trabalho com desenvolvimento há mais de dez anos. Fazer jogos virou o meu hobby, e a bitmad é o canto da casa onde eles moram.
O nome vem da MadOwl, a empresa que tenho com meu sócio, o Carlos. Cada um abriu também a sua empresa pessoal para trabalhar: ele a Nomad, eu a BitMad.
No caminho passei por Unity, Construct, JavaScript, Ruby, C# e afins. Ultimamente tenho criado com a ajuda de IA, mas cada jogo daqui é ideia e conceito construídos etapa por etapa por mim, pela minha família e pelos amigos. A gente testa junto e conversa sobre o que seria legal ter, o que não ficou bom e como fazer aquilo de outro jeito.
O primeiro a sair foi o Drops, feito em Unity e publicado na Play. Perdi a conta, e o jogo sumiu da loja junto com ela. Em vez de lamentar, refiz tudo do zero, do jeito que eu queria. Daí veio o Feudo: era para ser um campo minado para jogar com os amigos e virou um mundo inteiro, que agora também fica de pé em cima da mesa, em realidade aumentada, para eu jogar com meu sobrinho. E depois o Coado, porque eu gosto demais de café.
Os dois supervisionam tudo daqui de casa. Nenhum obedece.
Os dois aparecem escondidos nos jogos. No Feudo, dormem na tela de título; no Coado, no canto do caderno.
Os melhores jogos são os que focam em algo muito simples e tentam extrair o máximo daquilo, sem pirar muito a cabeça com muita coisa.
É isso que eu persigo. Uma ação só, bem feita, que vai ficando mais funda à medida que você joga. Alguns cuidados que valem para tudo o que sai daqui:
Quer conversar sobre jogo, café ou gato? Achou um bug, um segredo ou os dois? Escreve para o meu e-mail. Eu respondo, mesmo que demore um cochilo do Barco.
Você achou a sala secreta. No Adventure, do Atari 2600, o Warren Robinett escondeu o próprio nome numa sala que só se abria com um pontinho cinza; foi um dos primeiros segredos da história dos videogames, e o Jogador Nº 1 inteiro é uma caça a coisas assim.
Aqui as chaves são três, como no livro: cobre, jade e cristal. E o três é o número da casa: o bloco da marca tem 3×3 bits, cada jogo se mostra em 3 telas, e o gato enche a barriga com 3 petiscos.
criado por Alisson, com o Ovo e o Barco